10 dezembro, 2007

Dear Professor Yossi Sheffi, please, please...draw us a picture!

No seguimento de uma notícia do Jornal Público, online, que também podem ler aqui, decidi comprar, como lembrança de Natal, um kit de esboços, para oferecer ao Senhor Director do Centro para Transporte e Logística do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Yossi Sheffi, e implorar-lhe que nos faça um desenhozinho simples, para que TODOS possamos entender bem o "dificílimo" significado do que nos afirma:
1º - ... "o trabalho com as empresas é importante", não se resumindo à publicação de ensaios, à leitura ou à definição teórica da profissão de engenheiro, que acaba por não dar um contrato de trabalho a ninguém.
2º - "O que interessa o que é ou não a engenharia? Nada. Não interessa qual a etiqueta que se põe no problema, não interessa qual o ensaio que se vai publicar. A única coisa que interessa é a solução para o problema", frisou Sheffi, acrescentando que "esta visão é minoritária" em Portugal. Ah! Pois..., pode crer, nem imagina quanto é minoritária!
Pessoalmente, desde há umas quantas dezenas de Janeiros, penso que o Senhor tem carradas e carradas de razão, mas também já vai desconfiando como nós somos, não é verdade?
Pode ser que, como o Senhor é do MIT, comecemos agora TODOS, a perceber o significado do NADA e a acreditar no conteúdo das suas afirmações mas, mesmo assim, por favor, faça-nos um desenho, so everyone of us can catch-up your whole idea, porque alguns de nós são muito cépticos.... OBRIGADÍSSIMA! Bem haja!

2 comentários:

Henrique disse...

Esta do engenheiro terá algum segundo sentido?

Regina Nabais disse...

Caríssimo Henrique, obrigadíssima pelo seu comentário.
Do meu ponto de vista, penso que o que nos disse Yossi Sheffi faz todo o sentido, e é também a observação mais válida, evidente e possível, quando se conhece, mesmo que só superficialmente, alguns sectores do nosso ambiente académico e "profissional", da área de engenharias. Pelos jeitos, não é difícil ou demorado, para quem é independente de espírito, detectar-nos os vícios e as manhas, que só nos atrasam...