28 novembro, 2008
Esquerdas e esquerdas
27 novembro, 2008
Assinando o ponto
20 novembro, 2008
Violência de género
17 novembro, 2008
Diletantismo portuga?
05 novembro, 2008
02 novembro, 2008
Recordando (1)
Era sustentada. Um velho horroroso visitava-a ocasionalmente, mas com menor frequência, bem bom para ela, do que o António Mourão, seu professor de canto, guitarra e talvez de outros instrumentos. Mas também para mal dos meus ouvidos, sempre a ouvir “ó tempo, volta p’ra trás”. E depois de todo este rodeio, onde é que eu ia?, açoriano criado em conversa fiada de serão, ah, lembrei-me, vou olhar para algum passado deste blogue e tirar conclusões de provocação matreira e final.
Tema de grande motivação a escrita minha foi a licenciatura de Sócrates. Ele escapou ileso, até ao encerramento da sua alma mater. É portuga. De facto, nada de ilegal, só videirices de que a imprensa, inabilmente, quis fazer escândalo. Digo inabilmente porque se há coisa de que o portuga gosta, em que se revê, é na videirice, na chiquespertice. O que ele inveja não é o Nobel do Saramago nem os milhões do Jardim Gonçalves, coisa que não percebe. Inveja é o vizinho que aldrabou as finanças, o outro que vigarizou a segurança social, o outro que ficou repentinamente milionário com o euromilhões, sem essa chatice horrorosa que é trabalhar pra ganhar a vida. E eu a olhar com gozo para alguém que me repetia sempre, "aposto o que quiseres, o ministério público não pode deixar de o levar a tribunal". Um mínimo de honestidade proibiu-me de desfrutar dessa aposta.
Por isto, quem é que se importa que Sócrates não tenha vergonha de um título universitário de vão de escada, que não tenha ética de rigor intelectual, que não tenha cultivado o orgulho de reconhecimento académico por uma instituição de qualidade? Só eu e mais uns tantos, que penámos agruras e angústias pessoais de perguntas rigorosas para nós próprios sobre a qualidade do nosso trabalho intelectual e profissional, que temos a paixão e o respeito por uma coisa que transporta um milénio de civilização, a educação superior, que consideramos um grau como um prémio que tem de ser merecido e não como um cartão de visita que se manda imprimir no shopping. Mas quem sou eu e esses outros para falarmos, se qualquer coisa ajuda ao tiro de partida carreirístico na jota (que no caso até foi do PSD), mesmo um grau charunfoso, se calhar até dando competências bolonhesas para vendedor de computadores?
Hoje vai só esta memória de tempos idos do Bloco de Notas. Outras se seguirão.
Keep it simple, stupid
01 novembro, 2008
A muralha de aço de Alcântara
Ingenuidade?
Sócrates, sai um anunciozito?
Autonomia açoriana
Isto vem mesmo a despropósito sobre a actual questão do estatuto dos Açores. Fui autonomista, nos alvores açorianos da minha descoberta política. Fui autonomista com muitos amigos dos tempos difíceis, sendo sempre justo salientar Melo Antunes e Borges Coutinho. Nessa altura, os filhotes de Mota Amaral usavam babete e hoje não se lembram de que ele, por essa época, era deputado e escrevia a favor das multinacionais americanas dominarem a pecuária açoriana. Por tudo isto, sinto-me hoje um pouco como essas personagens viscontianas.
Por isto, creio ter autoridade para me escandalizar com alguns excessos do estatuto de autonomia dos Açores e, por isto, quem diria, concordar com Cavaco Silva. O que mais me choca é a disposição aberrante segundo a qual a Assembleia da República não pode legislar sobre a autonomia a não ser sobre propostas da Assembleia Legislativa Regional. Não consigo perceber como é que tal disposição, só possível num estado federal (e nem sei se mesmo neste caso, na realidade) não é declarada liminarmente como inconstitucional.
Sou autonomista, nem de longe sou federalista ou independentista. Como costumo dizer, sou muito açoriano porque sou muito português e sou muito português porque sou muito açoriano.
Nota gastronómica (LXVII)
É hoje tema na revista do Expresso. O que me faz escrever esta nota é uma coisa espantosa que li na revista. João Antunes não faz segredo das suas receitas e troca-as com os seus clientes. Notável! Ou, então, grande sentido de marketing. Seja como for, vou lá um dia destes mas com uma meia dúzia de receitas minhas no bolso, esperando vir de volta com outras tantas de João Antunes. E que sejam da qualidade com que ele hoje, no Expresso, disserta sobre a carne de veado, coisa de que gosto muito desde tempos idos na Suíça.
31 outubro, 2008
No creo en brujas...

...pero que las hay, hay!
Museu dos coches
Notícia importante

Nesta ponta final, em que ajusto contas, não podia deixar de vir o Público à baila. Segundo o pasquim, faz hoje anos sua sereníssima alteza a infanta D. (perdão, Dona) Leonor, três aninhos viçosos a prometerem cultivo desde já das mais ínclitas virtudes geneticamente acumuladas de apuramento da raça lusitana. Desculpem, é confusão, estou a trescrever, passei para Alter.
Nome de família
O João e a amiga
Morte anunciada
28 outubro, 2008
Escola e laicidade

Na escola pública que o meu filho mais novo frequenta e que o mais velho também frequentou, situada no centro da cidade do Porto, existem crucifixos em todas as salas de aula. Nas duas extremidades do corredor principal pode ver-se uma figura da Nossa Senhora de Fátima e numa delas uma fotografia dos videntes Francisco e Jacinta Marto. No decurso do mês de Maio um conjunto de senhoras idosas desloca-se à escola para rezar diariamente o terço. Aparentemente trata-se de uma tradição com muitos anos. Em 2004, sem que os pais tivessem previamente conhecimento, realizou-se uma missa no recinto da escola por ocasião da reforma de duas funcionárias muito devotas. Eu e a minha mulher contactámos a responsável da escola, depois da realização da missa, demonstrando-lhe o nosso desagrado pelo facto de o nosso filho ter participado numa cerimónia religiosa dentro de uma escola pública e de os crucifixos continuarem expostos, mesmo sabendo que isso constituía uma violação da lei, incluindo a Constituição da República. Desde essa altura nada mudou.
Alguns afirmam, hipocritamente, que o Estado é laico mas não a sociedade. Esquecem-se de que a separação das igrejas e do Estado é uma conquista civilizacional cujos alicerces são o sangue de gerações e de séculos de lutas e combates. A união entre o Estado e as religiões degrada o Estado e degrada as religiões.
25 outubro, 2008
Cartas anónimas
Literatura pimba
Verdade ou mentira?

Era eu miúdo, habituei-me ao rito diário de ler o jornal da parvónia, quatro pobres páginas, que o ardina madrugador nos passava por debaixo da porta. Mais tarde, também o Primeiro de Janeiro que o meu pai assinava e que lá chegava à ilha requentado de uma semana de vapor a oito nós. Com isto, criei um respeito reverencial pelos jornais, símbolo da verdade absoluta, eu que não sabia o que era a censura. Mais tarde, vindo para vida minha para além da vida familiar, foi o meu saudoso Diário de Lisboa. Por tudo isto, uma das mais difíceis decisões da minha vida, muito recente, foi a de deixar de comprar jornais, que hoje mancham este meu passado de devoção.
Old things die hard...
"O desastre ocorrido na banca de investimento americana, da crise do subprime à falência do Lehman Brothers, passando pelas sucessivas intervenções sobre os gigantes do crédito hipotecário, a Fannie Mae e a Freddie Mac, e pela seguradora AIG, associado às crises bolsistas, tem sido pasto para inúmeros comentários. Estes são distribuídos por todo o espectro político, mas mais estridentes à medida que se caminha para a esquerda, para a esquerda socialista, já que a comunista e a extrema-esquerda alter-mundialista sempre disseram o mesmo, contra a "economia do casino", a "loucura do neoliberalismo", a "ganância das grandes empresas", a crise da regulação, a falta de intervenção do Estado no mercado, as "imperfeições do mercado", a necessidade de subordinação da "economia" à "política". E é decretado o "fim duma época", aquela em que supostamente o "neoliberalismo" triunfou impante e a abertura de outra, em que a mão pesada do Estado e dos governos vai "controlar" os mercados para lhes dar a "perfeição" que eles não têm naturalmente. (…)
Naturalmente, como muita gente acha, os "mercados" são maus e injustos, esquecendo-se que são os mercados que estão a acabar com o Lehman Brothers e bem, que são os mercados que estão a fazer aquilo que autores clássicos da economia liberal como Schumpeter sempre disseram que faziam, destruir, que a destruição provocada pelas crises é um mecanismo fundamental de crescimento e de inovação, de pujança do modelo económico do capitalismo. A "crise" não é o sinal da crise do liberalismo, mas sim do seu normal funcionamento, em sociedades e economias que incorporam o risco e os custos como parte do seu funcionamento normal, das regras do jogo dessa mão que Adam Smith dizia ser "invisível"."
Ora, eu devo estar distraído mas o que está a suceder é tudo menos a destruição criadora e o triunfo do capitalismo. Se o Lehman Brothers foi à falência, outros bancos e instituições foram salvas com dinheiros públicos. Isto parece-me uma abordagem muito pouco capitalista, mas poderei estar enganado.
Ontem o Público noticiava que Alan Greenspan tinha testemunhado perante o Congresso manifestando-se chocado com a dimensão da crise financeira. Segundo afirmou: "Há 40 anos ou mais que tinha uma evidência muito clara de que o mercado livre funcionava muito bem. Presumi, erradamente, que o interesse próprio das organizações, nomeadamente dos bancos, era suficiente para que eles protegessem os seus accionistas."
Hoje, novamente o Público, tem como notícia de primeira página a crise económica mundial: SEVERA, PERSISTENTE, PROFUNDA.
Há muitas formas de encarar os acontecimentos que contrariam as nossas crenças. Uma delas é negá-los. Pacheco Pereira faz-me lembrar o senador americano do Partido Republicano, George Aiken, que, em 1966, propôs que a melhor política para o envolvimento americano na guerra do Vietname era simplesmente declarar vitória e retirar as tropas. Talvez possamos fazer algo de semelhante: injectemos quantidades astronómicas de dinheiros públicos nos mercados e proclamemos o triunfo do capitalismo liberal tal como este tem sido entendido nos últimos 25 anos.
23 outubro, 2008
Da ignorância dos alunos do ensino superior
Pessoalmente também tenho a minha pequena colecção e, ouvindo colegas meus, partilho o riso e, mais raramente a tristeza, face às frases que vamos lendo nos exames e nos trabalhos dos nossos alunos. Aqui vai uma pequena amostra.
• Uma colega, numa das suas aulas, referindo-se a um determinado acontecimento, classificou-o como uma revolução coperniciana. Um dos alunos, por sinal um daqueles que, com espírito solidário, empresta os seus apontamentos das aulas aos seus colegas, percebeu e escreveu revolução com persiana…E assim, no exame, várias foram as respostas que trataram de colocar persianas à referida revolução!
• Num exame eram apresentados num quadro as vítimas civis da 1ª e da 2º Guerras Mundiais, e pedida uma análise das causas do aumento das referidas vítimas. Um dos alunos começou a sua resposta afirmando que na 2ª Guerra Mundial, por comparação com a anterior, as vítimas civis tinham aumentado gastronomicamente!
• Numa aula um professor descreveu Viriato como resistente à invasão romana, descrevendo-o como um bandoleiro. Uma aluna escreveu no exame que Viriato era um paneleiro!
• Os três exemplos anteriores fora-me contados. Este passou-se comigo. Numa das minhas aulas explicava que as transições para a vida adulta em tribos primitivas se processavam através de rituais de iniciação, por contraponto às nossas sociedades em que os marcadores dessa transição são muito mais difusos e difíceis de delimitar. Mostrava um documentário sobre esses rituais em duas tribos africanas e colocava os alunos a trabalhar em grupo com base no material visionado. Afirmava que os rituais assumiam formas muito diversas, mas que era relativamente vulgar em determinadas zonas do globo que o ingresso na vida adulta no caso de homens se fizesse por intermédio de cerimónias em que a circuncisão ocupava um lugar central.
Uma aluna escreveu-me no exame que os rituais masculinos envolviam frequentemente a castração! Esta mesma aluna pediu-me para ver o exame e mostrei-lhe o comentário que tinha escrito na margem da sua folha de resposta. “Coitados dos membros desta tribo. Extinguiram-se no espaço de uma geração.” Disse-lhe que se tinha enganado ao escrever castração mas ela afirmou-me que a sua resposta estava certa até porque tinha visto um documentário na televisão sobre o assunto. Pedi-lhe que consultasse o dicionário para perceber diferença entre castração e circuncisão. Não sei se fui bem sucedido…
21 outubro, 2008
"DESDOBRÁVEL" desdobrado do OE2009 - Ministério 15
ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE COIMBRA - 5.846
ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DE LISBOA - 7.156
ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO - 6.222
ESCOLA SUPERIOR DE HOTELARIA E TURISMO DO ESTORIL - 5.461
ESCOLA SUPERIOR NÁUTICA INFANTE D.HENRIQUE - 8.848
INSTITUTO POLITÉCNICO BRAGANCA - 5.008
INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA - 4.827
INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA - 6.254
INSTITUTO POLITÉCNICO DE CASTELO BRANCO - 5.365
INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA - 5.080
INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA - 5.500
INSTITUTO POLITÉCNICO DE LISBOA - 3.159
INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE - 6.152
INSTITUTO POLITECNICO DE SANTARÉM - 6.051
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETUBAL - 4.659
INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR - 3.379
INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO - 5.706
INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU - 4.520
INSTITUTO POLITÉCNICO DO CAVADO E DO AVE - 3.627
INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO - 3.029
INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA - 3.938
INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA - 4.244
INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO - 3.846 ________________________
UCOIMBRA - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA - 6.240
UCOIMBRA - FACULDADE DE MEDICINA - 8.900
ULISBOA - FACULDADE DE BELAS-ARTES - 4.462
ULISBOA - FACULDADE DE CIÊNCIAS - 7.539
ULISBOA - FACULDADE DE DIREITO - 2.278
ULISBOA - FACULDADE DE FARMÁCIA - 6.322
ULISBOA - FACULDADE DE LETRAS - 4.619
ULISBOA - FACULDADE DE MEDICINA - 6.528
ULISBOA - FACULDADE DE MEDICINA DENTÁRIA - 8.750
ULISBOA - FACULDADE PSICOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO - 4.323
ULISBOA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS* - 120.994
ULISBOA - REITORIA - 993 UNIVERSIDADE ABERTA - 2.095
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR - 5.517
UNIVERSIDADE DA MADEIRA - 5.522
UNIVERSIDADE DE AVEIRO - 6.922
UNIVERSIDADE DE COIMBRA - 6.669
UNIVERSIDADE DE ÉVORA - 7.237
UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO - 5.533
UNIVERSIDADE DO ALGARVE - 6.577
UNIVERSIDADE DO MINHO - 5.971
UNIVERSIDADE DOS AÇORES* - 13.160
UNL - ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PUBLICA* - 13.618
UNL - FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA - 7.318
UNL - FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS - 8.968
UNL - FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS - 4.160
UNL - FACULDADE DE DIREITO - 3.563
UNL - FACULDADE DE ECONOMIA - 5.248
UNL - INSTITUTO DE TECNOLOGIA QUIMICA E BIOLOGICA* - 62.308
UNL - INSTITUTO HIGIENE E MEDICINA TROPICAL* - 87.057
UNL - INSTITUTO SUPERIOR ESTATISTICA E GESTÃO DA INFORMAÇÃO - 5.827
UNL - REITORIA - 363
UP - FACULDADE CIÊNCIAS DO DESPORTO E EDUCAÇÃO FISICA - 4.424
UP - FACULDADE DE ARQUITECTURA - 4.650
UP - FACULDADE DE BELAS-ARTES - 4.694
UP - FACULDADE DE CIÊNCIAS - 6.442
UP - FACULDADE DE CIÊNCIAS DA NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO - 4.115
UP - FACULDADE DE DIREITO - 2.693
UP - FACULDADE DE ECONOMIA - 4.149
UP - FACULDADE DE ENGENHARIA - 6.945
UP - FACULDADE DE FARMACIA - 5.623
UP - FACULDADE DE LETRAS - 3.839
UP - FACULDADE DE MEDICINA - 8.872
UP - FACULDADE DE MEDICINA DENTÁRIA - 8.266
UP - FACULDADE DE PSICOLOGIA E CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO - 6.557
UP - INSTITUTO CIÊNCIAS BIOMÉDICAS ABEL SALAZAR - 6.843
UP - REITORIA - 1.062
UTL - FACULDADE DE ARQUITECTURA - 5.046
UTL - FACULDADE DE MEDICINA VETERINARIA - 9.021
UTL - FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA - 6.731
UTL - INSTITUTO SUPERIOR CIÊNCIAS SOCIAIS POLITICAS - 3.110
UTL - INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA* - 11.550
UTL - INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA E GESTÃO - 4.599
UTL - INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO* - 11.948
UTL - REITORIA - 319
______________________________________
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DA GUARDA - 637
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA - 307
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE BRAGANCA - 323
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE CASTELO BRANCO - 273
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA - 178
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA - 493
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE LISBOA - 262
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE PORTALEGRE - 432
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE SANTAREM - 288
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL - 217
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR - 178
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO - 483
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DE VISEU - 263
SAS - INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO - 131
SAS - UNIVERSIDADE BEIRA INTERIOR - 460
SAS - UNIVERSIDADE DA MADEIRA - 534
SAS - UNIVERSIDADE DE AVEIRO - 437
SAS - UNIVERSIDADE DE COIMBRA - 587
SAS - UNIVERSIDADE DE ÉVORA - 388
SAS - UNIVERSIDADE DE LISBOA - 299
SAS - UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO - 460
SAS - UNIVERSIDADE DO ALGARVE - 337
SAS - UNIVERSIDADE DO MINHO - 472
SAS - UNIVERSIDADE DO PORTO - 291
SAS - UNIVERSIDADE DOS AÇORES - 568
SAS - UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA - 229
SAS - UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA - 267.
Financiamento global (previsto 2009) - €
ESTÁDIO UNIVERSITÁRIO DE LISBOA - 5.680.000
FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E TECNOLOGIA, I.P. - 654.236.704
INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA E TROPICAL, I.P. - 8.059.561
INSTITUTO DE METEOROLOGIA, I.P. - 16.380.000
OE TOTAL- 2.550.655.869 €
________________________________
Observações:
a) os valores indicados foram encontrados com base nas informações constantes no número de alunos INSCRITOS na instituição, em 2007/2008, e não directamente nos registos do DIMAS - base de inscritos em 31 de Dezembro de 2007, como deveriam ter sido estimados.
b) Há uns quantos registos (*) muito fora dos valores encontrados para as restantes instituições ou entidades, pressuponho que o financiamento previsto e proposto leva em consideração outros factores para além do número de alunos inscritos...
c) Comentários sobre os "shares" seguirão logo que possível.
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Fontes:
1- http://www.dgo.pt/oe/2009/Proposta/Mapas/map07-2009.pdf
2- Inscritos no ensino superior no ano lectivo de 2007-2008 (por estabelecimento e curso)
